O PESO DE VIVER MUITO. JÁ FEZ O SEU DEVER?

Eu estarei completando 70 anos em Setembro/26 e á muitos anos tenho pensado em “como eu quero envelhecer”, “onde desejo estar”, “como superar os desafios a medida que a idade avança”, “o que preciso fazer ainda, pra melhorar minha condição”… Encarando tudo de frente e assim venho me preparando desde já, pensando em ter para uma boa qualidade de vida, a a medida que minha idade vá avançando.

Mas sem romantizar! Na realidade estou refletindo sobre vários aspectos importantes. As redes sociais só mostram a parte boa “do estar envelhecendo”, sem considerar que temos diferentes envelheceres, de acordo com a nossa condição de vida. Cada qual no seu quadrado.

Adorei esse artigo de Kika Gama Lobo, me identifico com as suas reflexões e quis compartilhar com vocês. Leiam:

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela.

Há uma nova religião circulando por aí: a longevidade.

Vivemos fascinados pela ideia de chegar aos 90, aos 100, aos 110. Celebramos a nova régua do tempo como quem descobre uma terra prometida. Nas redes sociais, envelhecer virou quase um privilégio estético: cabelos brancos charmosos, corpos sarados, viagens, vinhos, sexo, pilates, skincare, trilhas, empreendedorismo depois dos 60 e aquela frase perigosíssima: a idade está apenas na cabeça.
Não. A idade também está na conta bancária. No plano de saúde. Na solidão de uma terça-feira à noite. Na memória que falha. Na filha que mora em outro país. No filho que trabalha 12 horas por dia e não consegue cuidar de ninguém. No cuidador que custa uma fortuna. No aluguel que sobe. No remédio que não cabe no orçamento.
Precisamos falar do peso de viver muito.
Porque viver muito é uma conquista extraordinária — mas pode também ser uma operação logística, financeira, emocional e familiar de proporções gigantescas.
A medicina ampliou o prazo de validade. A sociedade, porém, ainda não aprendeu a financiar, cuidar e acolher esse novo tempo.

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta
dela.

E não estou falando apenas de dinheiro.
Estou falando de planejamento.

Quem pretende viver até os 90 precisa começar a pensar nisso muito antes dos 70. Precisa construir patrimônio, cuidar do corpo, cuidar da cabeça, cultivar amizades, aprender a pedir ajuda, organizar documentos, discutir herança, pensar em moradia, entender como funcionará seu cuidado futuro e, sobretudo, construir uma rede.

Porque ninguém envelhece sozinho.

Mesmo quando mora sozinho.

A grande mentira contemporânea é essa fantasia de independência absoluta. Como se envelhecer bem significasse não precisar de ninguém. Como se pedir ajuda fosse fracasso.
Como se uma mulher de 82 anos pudesse resolver tudo pelo celular, marcar consulta pelo aplicativo, autorizar procedimento por biometria, conversar com robô de atendimento e ainda sorrir para a câmera dizendo que está “vivendo sua melhor fase”.

Estamos criando uma geração de longevos sem rede.
Filhos moram longe. Famílias diminuíram. Casamentos terminam. Amigos morrem. As pessoas mudam de cidade, de país, de continente. A vida profissional exige mobilidade. A economia exige produtividade. E o cuidado — esse trabalho invisível que durante séculos foi empurrado para as mulheres da família — ficou caro.

Muito caro.

A chamada economia do cuidado está se transformando em um dos grandes
desafios deste século. Cuidador, enfermagem, residência assistida, fisioterapia, acompanhamento médico, alimentação adequada, transporte, adaptação da casa. Tudo custa dinheiro.
E quem não tem?

Quem não construiu uma reserva?

Quem depende exclusivamente de um benefício previdenciário?

Quem pagou plano de saúde durante décadas e agora descobre que o preço ficou quase incompatível com sua renda?

Quem tem 78 anos e uma filha em Lisboa?

Quem tem 91 e nenhum filho?

A longevidade não é democrática.

E essa talvez seja uma das frases mais importantes que precisamos dizer neste momento.

Não existe um único envelhecimento.

Existe o envelhecimento de quem tem dinheiro e o de quem não tem. O de quem mora perto dos filhos e o de quem mora sozinho. O de quem tem plano de saúde e o de quem depende exclusivamente do SUS. O de quem envelhece com amigos, amor e propósito e o de quem envelhece empilhando perdas.

Na internet, entretanto, parece que todos envelhecemos iguais.

Uma espécie de Disney grisalha.

Todo mundo ativo. Todo mundo desejável. Todo mundo viajando. Todo mundo fazendo musculação. Todo mundo começando uma segunda carreira. Todo mundo sexualmente potente, emocionalmente resolvido e financeiramente organizado.

É bonito.

É inspirador.

E é profundamente insuficiente.

Porque existe uma indústria poderosa vendendo a ideia de que envelhecer bem é uma questão de atitude. Tome colágeno. Faça exercício. Medite. Coma proteína. Tenha propósito. Faça terapia. Viaje. Ame. Dance.

Ótimo.

Mas quem paga?

Quem prepara a comida?
Quem leva ao hospital?

Quem fica quando a autonomia começa a escorrer pelas frestas?

A romantização da velhice pode ser tão cruel quanto o próprio preconceito contra os velhos.
Porque ela transforma uma questão coletiva em responsabilidade individual.

Se você envelhecer mal, a culpa será sua.

Não se cuidou.

Não guardou dinheiro.

Não fez terapia.

Não se exercitou.
Não teve propósito.

Ora, façam-me o favor.

É claro que escolhas individuais importam. Autocuidado importa. Saúde mental importa. Educação financeira importa. Resiliência importa.

Mas sorte também importa.

Genética importa.

Classe social importa.

Acesso à saúde importa.

Políticas públicas importam.

O problema é que não estamos preparados para essa vida.

Precisamos urgentemente de uma nova cartilha do bem viver. E ela deveria começar na adolescência.

Não para ensinar adolescentes a “envelhecer”, mas para ensinar que o tempo tem consequências.

Educação financeira deveria falar de longevidade.

Educação emocional deveria falar de perdas, solidão e dependência.

A escola deveria discutir cuidado.

A sociedade deveria discutir moradia para idosos.

As cidades deveriam ser pensadas para quem tem mobilidade reduzida.

O mercado de trabalho deveria considerar carreiras mais longas.

O sistema de saúde deveria se preparar para uma população que viverá décadas depois da aposentadoria.

E as famílias deveriam conversar sobre dinheiro, cuidado, herança, moradia e decisões de fim de vida antes da emergência.

A pergunta, portanto, não deveria ser apenas: “Como viver mais?”

Essa pergunta já está velha.

A pergunta que precisamos fazer agora é:

“Como vamos sustentar os anos que conquistamos?”

Porque chegar aos 100 pode ser maravilhoso.

Mas chegar aos 100 sem dinheiro, sem vínculos, sem assistência, sem saúde mental e sem uma rede de cuidado pode transformar o tão celebrado presente da longevidade em uma longa travessia de abandono.

Não quero uma sociedade obcecada por acrescentar anos à vida.

Quero uma sociedade preparada para sustentar a vida que esses anos acrescentaram.

Até quando vamos romantizar envelhecer sem discutir o preço de continuar vivo?

Porque viver muito é maravilhoso.

Desde que a gente consiga viver — e não apenas durar.

Artigo que me trouxe muitas reflexões Por Kika Gama Lobo/ Veja Rio/ 18/8/26

Kika Gama Lobo é jornalista, escritora, palestrante e influenciadora da maturidade, conhecida por tratar de envelhecimento com humor ácido, franqueza e uma postura ativista do movimento ageless. Ativista da maturidade. Criadora das hashtags e plataformas #Atitude50 e Kikando

Ela é colunista da VEJA Rio, onde escreve sobre velhice, cotidiano e os desafios da vida madura.  (Fonte:LinkedIn Brasil)

O QUE ACONTECE NO MEIO.

Gosto muito desta crônica de Martha Medeiros… da para refletir. Leia:

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma.

Que tudo o que faz você voltar para casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo. Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade para o fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa-preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato.

Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa. Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.

Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida – todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença. Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do cartão do banco, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável.

Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo). Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.

No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue.

Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

AH! AMOR!

A maior intimidade entre duas pessoas não é sobre o corpo. Não é sobre sexualidade. 

É sobre estar. É passar horas conversando… 

É rir até a barriga doer, conversar por horas sem olhar o tempo passar, é admirar em silêncio enquanto o outro dorme. 

Ouvir e dividir medos, conquistas, cicatrizes. É presença real, daquelas que se sente no olhar. É brilho no olho, suspiros sinceros…

Conexão de verdade, de alma não se encontra em qualquer lugar. Ela é rara. 

É abrigo. É precioso demais! 

E no fim, é isso que sustenta o amor.

EU… POR MIM MESMA!

Eu falhei algumas vezes como filha, como mãe, amiga e principalmente como pessoa. Nem sempre digo as coisas certas. Não sou a mulher mais bonita do mundo, mas sou Eu !!!
Adoro a minha comida, tenho celulites, estou fora do “peso ideal”. Tenho cicatrizes porque tenho uma história longa. Algumas pessoas me amam, outras gostam de mim, outras simplesmente não me conhecem direito. E se não gostam de mim, isso não me incomoda porque nunca vou agradar a todos, sobrevivo, sou guerreira, sou forte, mas as vezes sou fraca e preciso de forças. Fiz muitas coisas boas, e outras nem tanto. Às vezes saio sem maquiagem, perfume e nem arrumo os cabelos. Não pretendo ser alguém que não sou. Eu sou quem sou, podes me amar ou não. E se amo, faço com todo meu coração. Não puxo o tapete de ninguém, sei que todos tem seu lugar no mundo. As vezes estou feliz as vezes não, mas sei que tudo tem seu tempo nesta vida. Sei que o Sol nasce todos os dias e não faz distinção, nasce pra todos. Não sou a melhor pessoa do mundo, mas já melhorei bastante. Já não sou quem eu era, mas ainda posso melhorar.
Ainda acredito num mundo melhor. Acredito em Deus e em todos os projetos que ELE tem para minha vida e creio que um a um serão cumpridos.

Autoria Desconhecida

ÁGUIA…

  

Está crônica sobre a águia me traz muitas reflexões… Leiam:

A águia empurrou gentilmente os filhotes para a beira do ninho. Seu coração trepidava com emoções conflitantes enquanto sentia a resistência deles. “Por que será que a emoção de voar precisa começar com o medo de cair?” – pensou. Esta pergunta eterna estava sem resposta para ela.
    Como na tradição da espécie, seu ninho localizava-se no alto de uma saliência, num rochedo escarpado. Abaixo, havia somente o ar para suportar as asas de cada um de seus filhotes. A despeito de seus medos, a águia sabia que era tempo. Sua missão materna estava praticamente terminada. Restava uma última tarefa: o empurrão. A águia reuniu coragem através de uma sabedoria inata. Enquanto os filhotes não descobrissem suas asas, não haveria objetivos em suas vidas. Enquanto não aprendessem a voar, não compreenderiam o privilégio de terem nascido águias. O empurrão era o maior presente que a águia-mãe tinha para dar-lhes, era seu supremo amor. E por isso, um a um, ela empurrou, e todos voaram
.

(Autor desconhecido)

ROTULANDO O ENVELHECIMENTO…

Vivemos um tempo curioso e preocupante.

À medida que a população envelhece e a longevidade se torna uma conquista civilizatória, cresce também a dificuldade social de falar sobre a velhice de forma direta. Surgem novos termos, siglas e rótulos para evitar dizer “pessoa idosa”.

A tentativa de “rebatizar” a velhice revela, portanto, uma dificuldade cultural de reconhecer o envelhecimento como parte constitutiva da vida social. Celebramos a longevidade, mas rejeitamos a identidade que ela implica.

A tarefa do nosso tempo não é inventar um nome mais confortável para a velhice. É transformar as condições sociais para que envelhecer seja uma experiência possível, segura e digna para todos e todas. Porque a alternativa a envelhecer não é permanecer jovem para sempre… é simplesmente não chegar lá.

E você o que pensa sobre isto?

DICAS PARA UM ENVELHECIMENTO ATIVO E FELIZ.

Gostei deste artigo: O livro do ano no Japão:

O psicólogo Hideki Wada publicou um livro intitulado “A Parede dos 80 Anos”. Assim que foi lançado, o livro superou 500.000 cópias vendidas, tornando-se o mais vendido.

O Dr. Wada, de 61 anos, é um médico especializado em doenças mentais em idosos. Ele condensou os segredos de uma vida “afortunada” para os jovens de 80 anos em 44 frases, listadas a seguir:

  • Continue caminhando.
  • Quando estiver zangado, respire profundamente.
  • Faça exercícios suficientes para que seu corpo não fique rígido.
  • Beba mais água ao usar ar-condicionado no verão.
  • Quanto mais você mastigar, mais ativos estarão seu cérebro e seu corpo.
  • A perda de memória não se deve à idade, mas à falta de uso do cérebro.
  • Não há necessidade de tomar medicação em excesso.
  • Não é necessário reduzir excessivamente a pressão arterial e o açúcar.
  • Estar sozinho não é solidão; é passar o tempo em paz.
  • A preguiça não é motivo de vergonha.
  • Não é necessário gastar dinheiro com carteira de motorista (há uma campanha no Japão para que os idosos devolvam suas habilitações).
  • Faça o que quiser; não faça o que não gosta.
  • Os desejos naturais permanecem mesmo na velhice.
  • Em qualquer caso, não fique sentado em casa o tempo todo.
  • Coma o que quiser; um pouco de sobrepeso é melhor.
  • Faça tudo com cuidado.
  • Não se envolva com pessoas de quem você não gosta.
  • Não assista televisão o tempo todo.
  • “Quando o carro chega à montanha, o caminho aparece”: esta é a frase mágica da felicidade para os idosos.
  • Coma frutas e saladas frescas.
  • O tempo de banho não deve ultrapassar 10 minutos.
  • Se não conseguir dormir, não se obrigue.
  • As atividades que trazem alegria aumentam a atividade cerebral.
  • Diga o que sente; não pense demais.
  • Encontre um “médico de família” o quanto antes.
  • Às vezes, mudar de ideia está tudo bem.
  • Se você parar de aprender, envelhece.
  • Não deseje fama; o que você tem já é suficiente.
  • Quanto mais difícil é algo, mais interessante se torna.
  • Tomar sol traz felicidade.
  • Faça coisas que beneficiem os outros.
  • Passe o dia de hoje com tranquilidade.
  • O desejo é a chave da longevidade.
  • Viva com alegria.
  • Respire com leveza.
  • Os princípios da vida estão em suas próprias mãos.
  • Aceite tudo em paz.
  • Pessoas alegres são amadas por todos.
  • Um sorriso traz boas energias.

Com a perspectiva correta e hábitos diários saudáveis, os anos depois dos 60 podem ser os mais gratificantes da vida.

MATURIDADE

A maturidade pode ensinar muitas coisas, como:

  • Não se comparar aos outros, mas descobrir o que você tem de diferente.
  • Não desperdiçar tempo odiando alguém, mas sim se divertindo.
  • Não tomar decisões quando estiver triste.
  • Perdoar as pessoas, mas não confundir isso com amnésia.
  • Não comprar roupas apertadas e não forçar afetos.
  • Amor próprio não é narcisismo.
  • Humildade não é baixa autoestima.
  • Nada é para sempre, nem a alegria e nem a tristeza.
  • Não compre sapatos pequenos, roupas apertadas e não force afetos.
    – Em vez de se comparar, descubra o que você tem de diferente.
    – Não deixe as suas melhores roupas, louças e palavras guardadas para o dia “certo”.
  • Pessoas com maturidade são conscientes de seu privilégio no mundo e tentam mudar seu comportamento.
  • Perdoe as pessoas, mas não confunda isso com amnésia.
    – O maior sucesso de todos? Amar e ser amado!
    – Acredite em milagres, mas continue trabalhando.
    – Aprenda a rir de si mesmo: você não é o centro do universo.
  • Humildade não é baixa autoestima.
    -Em vez de reclamar, se tornam orientadas para a ação.
  • Nada é para sempre, nem a dor e nem a felicidade.
  • Aprenda com cada momento. – Tenha com quem compartilhar o riso e a lágrima.
    – A vida é sua, Responsabilize-se.
    – A vida não é justa, mas existir é maravilhoso!
  • Maturidade é o estado ou condição de ter atingido uma forma adulta ou amadurecida. É o desenvolvimento pleno da inteligência e dos processos emocionais.
    D/A

SOBRE AS GERAÇÕES.

As principais gerações e seus períodos:
Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964):
Cresceram no pós-Segunda Guerra Mundial, uma época de prosperidade econômica e grandes transformações sociais.
Valorizam a estabilidade, o trabalho duro e a construção de uma carreira sólida.
Frequentemente são vistos como dedicados e focados em construir famílias tradicionais.
Geração X (nascidos entre 1965 e 1980):
Vivenciaram a transição entre o analógico e o digital.
São mais independentes e empreendedores, buscando autonomia e desafios profissionais.
Presenciaram a ascensão da tecnologia e se adaptaram a ela.
Millennials ou Geração Y (nascidos entre 1981 e 1996):
São a primeira geração que cresceu com an internet e a tecnologia digital.
Valorizam propósito, crescimento contínuo, flexibilidade no trabalho e buscam um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Lidam com dívidas estudantis e um mercado de trabalho competitivo.
Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010):
São os “nativos digitais”, cresceram em um mundo totalmente conectado.
Altamente conectados, utilizam an internet como ferramenta essencial para adquirir conhecimento.
Valorizam a diversidade, inovação e esperam integração digital em todos os aspectos da vida.
Preocupam-se com a saúde mental e as pressões das mídias sociais.
Geração Alpha (nascidos a partir de 2010):
Filhos dos Millennials, estão crescendo em um mundo de inteligência artificial, realidade virtual e tecnologias cada vez mais avançadas.
Serão a geração mais integrada digitalmente até agora, com a tecnologia permeando todas as suas interações.

PRESERVE…

“Aprenda a se preservar.
A falar pouco ou quase nada.
Aprenda que coisas do coração são coisas sagradas, e só devem ser ditas a quem vai ouvi-las com carinho e ficar feliz junto contigo. Alguém que, ao ouvir que algo te incomoda, vai torcer muito pra que isso passe, e que você supere.
Desabafo a gente faz a quem torce verdadeiramente para que os ventos mudem, e os caminhos bons apareçam na nossa frente.”


By Clarice Lispector